quinta-feira, 25 de julho de 2013

O Google anunciou nesta quarta (24) um dispositivo com formato e tamanho semelhantes aos de um pendrive que, quando plugado a uma TV, permite que o televisor se conecte à internet para reproduzir vídeos de serviços como YouTube e Netflix, em uma nova plataforma, chamada Chromecast.
O aparelho está à venda nos EUA pela loja Google Play por US$ 35 (cerca de R$ 78). Nas lojas física daquele país, o aparelho chega no dia 28. A companhia disse que "se esforçará para levá-lo a outros países o mais rápido possível".
O Chromecast, que é a segunda empreitada da empresa rumo à televisão (depois do mal sucedido set-up box Nexus Q, que não chegou a ser vendido no Brasil), se comunica com celulares e tablets com Android e com o iPhone.
Apesar de ainda estar em fase de testes, também existe uma função que permite que navegadores Chrome para PCs transmitam a imagem para a TV, sem fios.
Diferentemente da tecnologia AirPlay, da Apple, não há um simples espelhamento da imagem de aparelhos para o televisor, mas uma sincronização, que pode ser realizada por meio de diversos dispositivos, simultaneamente.
Basicamente, os aparelhos podem servir de controle remoto, mas com sincronização para serviços de vídeo.
O aparelho deve ser plugado à TV por uma entrada HDMI, comum entre TVs lançadas nos últimos anos, e se comunica por wi-fi.
O desenvolvimento desse software é relacionado ao sistema operacional Chrome OS, com o qual compartilha diversas características, segundo o Google.
Durante o mesmo evento, a empresa apresentou uma nova versão do sistema Android e um novo tablet Nexus 7.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

O novo Kinect, sensor de movimentos do videogame Xbox One, é uma ferramenta turbinada para jogadores: enxerga melhor, ouve melhor e entende melhor quem está à sua frente. O dispositivo, porém, tem potencial para ser a janela que a Microsoft e anunciantes precisavam para recolher dados do mundo off-line de seus clientes.
Três patentes da Microsoft, que foram descobertas recentemente, mostram algumas das intenções da empresa.
Stephen Brashear/Associated Press
Gerente da divisão do Kinect, Scott Evans demonstra o funcionamento do novo sensor de movimentos, que se pareia ao Xbox One
Gerente da divisão do Kinect, Scott Evans demonstra o funcionamento do novo sensor de movimentos, que se pareia ao Xbox One
Um dos registros fala sobre como o sistema de câmeras do Kinect poderia ser usado para verificar o comportamento de pessoas enquanto assistem à TV. Nele, a empresa discute como um sistema de recompensas poderia ser implementado para tornar a televisão mais interativa.
Ao assistir à primeira semana completa da próxima novela das 21h, por exemplo, você atingiria um objetivo e ganharia pontos --algo parecido com o que acontece no mundo dos games.
No documento, a Microsoft escreve que o sistema poderia ser usado para registrar hábitos de uma ou mais pessoas, que seriam compilados em relatórios sobre o comportamento de audiências.
Outra patente revelada recentemente fala sobre como a empresa poderia identificar expressões faciais pelo Kinect para exibir propagandas que combinem com as supostas emoções dos usuários --pessoas com expressões alegres receberiam anúncios de viagens ou festas, por exemplo.
Uma terceira patente fala sobre como o Kinect poderia identificar o número de pessoas na sala para assistir ao streaming de um filme e passar a cobrar um valor extra caso o número de pessoas fosse maior do que o permitido pela licença de exibição.
É claro que, por sua natureza, patentes podem servir apenas para descrever conceitos que nunca se tornarão realidade, mas elas demonstram o que a empresa imagina para o futuro.
PREOCUPAÇÃO
Os três registros datam de 2010 a 2012, período anterior ao lançamento do novo Kinect durante o qual a empresa provavelmente trabalhava no desenvolvimento do aparelho. Em maio, com o anúncio do Xbox One --que só será vendido junto com o Kinec--, cresceram os temores de invasão de privacidade.
Isso porque o aparelho de fato tem capacidades que podem, sem problemas, pôr essas patentes em prática.
Segundo a Microsoft, ele pode reconhecer expressões faciais, identificar a altura dos usuários e até detectar batimentos cardíacos. E o mais importante: o Xbox One não funciona sem o Kinect.
O potencial invasivo do novo aparelho é tamanho que o sistema de microfones continua funcionando mesmo quando o console está "desligado" --é assim que ele liga por meio de comandos de voz. A Microsoft diz que essa é a única coisa que o sistema entende enquanto hiberna.
Some a tudo isso um sistema concebido para funcionar melhor quando conectado à internet e uma empresa acusada de facilitar o acesso aos dados de seus usuários.
Na apresentação do Xbox One, ficou claro que a Microsoft pretende usar o console também como central de TV.
A antena (ou set-up box da TV a cabo) seria conectada ao console, que então se ligaria à televisão. Não há informações sobre como isso funcionaria no Brasil.
A Microsoft diz que não há motivos para preocupação, pois o usuário "tem controle sobre aquilo que o Kinect pode ver e ouvir".
Segundo a companhia, as pessoas poderão determinar quão sensível o aparelho será e poderão ajustar as opções de privacidade.

aether 2

Porão Recompensas estão escondidos em TooManyItems por padrão. No entanto, se as pessoas gostariam de gerar los, por qualquer motivo, agora você pode desativar o código escondido para as recompensas pela mudança "TMIhidden = true" para "TMIhidden = false" no arquivo mod_Aether.cfg. Este arquivo pode ser encontrado no arquivo / minecraft / config / pasta. NÃO mude "# TMIhidden (boolean: true)", pois isso realmente não vai afetar o arquivo de configuração, e imediatamente reinicia ao abrir Minecraft. Em vez disso, a mudança "TMIhidden = true".

- Completamente reestruturado arquivos de som para o Aether.


- Quando montar uma Moa selado, um "medidor de Jump" aparecerá acima de sua defesa Armour. Este medidor de Salto irá mostrar-lhe a quantidade de ar pula o Moa pode executar, e também quantos são deixados antes que já não pode saltar. Graças a Penumber pela idéia.
A linha Surface foi lançada pela Microsoft em 2012 para encarnar em um computador o conceito que norteou o desenvolvimento do Windows 8 --unir a interface tradicional dos desktops à sensibilidade ao toque dos novos dispositivos.

Híbrido de PC e tablet, o Surface Pro é, de fato, um dos aparelhos que melhor fazem isso. Tem configurações de um notebook intermediário apertadas em uma tela sensível ao toque de 10,6 polegadas. E, diferentemente do seu "irmão" Surface RT, roda exatamente a mesma versão do Windows 8 que qualquer outro computador.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Dead Space 3

Varrer o deserto violento, construir armas devastadoras e derrubar o terror juntos.

Dead Space 3 traz Isaac Clarke e soldado implacável, John Carver, em uma jornada através do espaço para descobrir a fonte do surto de Necromorphs. Pousou no planeta gelado de Tau Volantis, o par deve pentear o ambiente hostil de matérias-primas e peças eliminado. Isaac, então, colocar suas habilidades de engenharia para o teste final para criar e personalizar armas e ferramentas de sobrevivência. O planeta de gelo detém a chave para acabar com a praga Necromorphs para sempre, mas em primeiro lugar a equipe deve superar avalanches, traiçoeiro gelo subidas, eo deserto violento. Enfrentando inimigos mortais evoluídos e os elementos brutais, a par improvável devem trabalhar juntos para salvar a humanidade do apocalipse iminente.

Medal of Honor


Operando diretamente sob a Autoridade Nacional de Comando, uma entidade relativamente desconhecida dos guerreiros escolhidos a dedo são chamados quando a missão não deve falhar. Eles são os Tier 1 Operators.
Mais de 2 milhões de soldados, marinheiros, aviadores e fuzileiros navais vestir o uniforme. Desses, aproximadamente 50 mil estão sob o controle direto do Comando de Operações Especiais. As funções de um Operador Nível em um plano de existência para além até mesmo os mais altamente treinados Forças de Operações Especiais. Seus números exatos, embora classificados, passe nas poucas centenas. Eles estão vivendo, respirando, instrumentos de precisão de guerra. Eles são especialistas na aplicação da violência. O novo Medal of Honor é inspirado e foi desenvolvido com Tier 1 Operators desta comunidade de elite. Os jogadores vão entrar as botas desses guerreiros e aplicar suas habilidades únicas para um novo inimigo no campo de batalha condições mais implacável e hostil do atual Afeganistão.
Há um novo inimigo. Há uma nova guerra. Há um novo guerreiro. Ele é o Nível 1.

Apesar de problemas, game "The Last of Us" marca por excelente narrativa
The Last of Us" é feito de duas substâncias muito distintas: o enredo, que avança por meio de CGs (cenas de computação gráfica), e o gameplay, que reúne os momentos de controle dos protagonistas pelo jogador. No exclusivo da Sony para PlayStation 3, os dois eixos não são consonantes e pequenas falhas na jogabilidade atrapalham a imersão no mundo pós-apocalíptico do título, construído com tanta minúcia e credulidade pela Naughty Dog (da franquia "Uncharted").
O jogo se passa nos Estados Unidos, em 2033, país sob controle do exército e devastado após a contaminação de grande parte da população por uma doença causada pelo fungo Cordyceps, que infecta o cérebro e deixa as pessoas parecidas com zumbis --agressivas, monstruosas e sem consciência.
Joel, o protagonista do game, tem a missão de escoltar a jovem Ellie até o QG do grupo de resistência conhecido como Vagalumes. Além dos infectados, a dupla tem que enfrentar gangues de bandidos e lutar por suprimentos contra outros sobreviventes.
Os personagens são muito bem construídos --a adolescente Ellie é especialmente crível, com atitudes e falas esperadas de uma menina de 14 anos.
A relação entre ela e Joel é o coração do jogo. Enquanto lutam para continuar a viagem e não morrer no caminho, a conexão entre os dois fica mais complexa e profunda.
COMBATE E EXPLORAÇÃO
O combate em "The Last of Us" é estratégico. Se Joel sair apertando o gatilho de peito aberto em qualquer um que ver pela frente, das duas uma: ou a munição, quase sempre escassa, vai acabar; ou dezenas de inimigos vão ser alertados e rapidamente encontrar a origem do barulho.
Mesmo assim, com alguns cuidados (como estocar kits médicos e achar locais com cobertura sólida), é possível optar pelo confronto direto. As armas demoram para recarregar e a saúde não se regenera como em jogos de tiro atuais, o que deixa o combate mais sofrido --afinal Joel e Ellie são sobreviventes e não exterminadores.
O jogo te dá a liberdade de escolha: dá para apunhalar os inimigos silenciosamente pelas costas ou mesmo, em algumas situações, evitar completamente os inimigos. Há também diferentes tipos de dificuldade a escolher: o modo de sobrevivência, por exemplo, lima o "modo de escuta", no qual Joel pode localizar os inimigos através de paredes e portas concentrando-se nos sonhos emitidos pelos inimigos, como numa espécie de radar.
Existem alguns problemas na mecânica, principalmente quando os personagens topam com os chamados Estaladores (humanos infectados que têm cabeça e olhos cobertos por fungos), que se localizam por estalos feitos com a boca e têm a audição bem aguçada e matam com um só golpe. Na maior parte das vezes, os Estaladores ignoram os barulhos que Ellie faz.
Um passo em falso de Joel pode chamar a atenção de um dos infectados, mas Ellie pode correr (e até esbarrar em um deles), sem que seja notada. A pequena também tagarela à vontade, sem que isso chame a atenção --o que prejudica o clima de tensão presente em todo o jogo.
Já os inimigos não-infectados são pouco inteligentes: Joel pode enforcar uma pessoa até a morte poucos passos atrás de outro sobrevivente e permanecer despercebido, o que é meio frustrante.
Há também alguns quebra-cabeças a serem resolvidos, mas que tornam-se muito repetitivos no decorrer do jogo --em todos os eles, há apenas um único caminho: o jogador tem que revirar o cenário para encontrar um objeto interativo que resolve a questão. Pelo menos os passeios pelo ambiente são recompensados pela vista do mundo muito bem desenhado de "Last of Us"; escombros da civilização lentamente sendo dominados por plantas, animais e, claro, fungos.
O game também estimula a exploração em busca de suprimentos, como bandagens, itens que podem ser usados em melhorias de armas, munição, produtos para fabricação coquetéis molotov e bombas caseiras.
ÁUDIO E TRADUÇÃO
Como é de praxe em várias dos games legendados para o português, alguns termos do texto não correspondem ao que foi dito pelos personagens. "Keep your head down" (mantenha sua cabeça baixa) virou "fique aqui" e "let me go" foi traduzido como "me solta" --típica falha de tradução literal, fora do contexto do jogo, em que a frase mais correta seria "deixe-me ir".
O áudio em português tem dubladores de altíssima qualidade, porém, as vozes são muito baixas. Mesmo fazendo diferentes configurações de volume nas opções do jogo a questão não foi resolvida. Em fóruns na internet há relatos de jogadores que não conseguiram jogar com a dublagem em português por causa do baixo volume das vozes.
O problema é agravado pela tentativa da Naughty Dog de tornar os diálogos mais realistas: o som só é 100% claro se você estiver olhando diretamente para o personagem que está falando. Se o jogador estiver em um outro cômodo ou de costas, o som sai mais abafado ainda.
Apesar dos problemas, "The Last of Us" merece e deve ser jogado. Ele é a resposta definitiva para quem (ainda) duvida que os games podem alcançar qualquer outro tipo de mídia em termos de narrativa e sublimidade de história.
Mas os problemas de jogabilidade, que impedem que o clima de tensão da narrativa seja transposto para o game em si, tornam "The Last of Us" "apenas" um jogo ótimo --o que é muito pouco, para o título que tinha o potencial (e a pretensão) de ser um dos melhores de todos os tempos.
"THE LAST OF US"
DESENVOLVEDOR Nauthy Dog
PLATAFORMAS PlayStation 3
PREÇO R$ 149
AVALIAÇÃO Ótimo