quarta-feira, 26 de junho de 2013

No exclusivo da Sony para PlayStation 3, os dois eixos não são consonantes e pequenas falhas na jogabilidade atrapalham a imersão no mundo pós-apocalíptico do título, construído com tanta minúcia e credulidade pela Naughty Dog (da franquia "Uncharted").
O jogo se passa nos Estados Unidos, em 2033, país sob controle do exército e devastado após a contaminação de grande parte da população por uma doença causada pelo fungo Cordyceps, que infecta o cérebro e deixa as pessoas parecidas com zumbis --agressivas, monstruosas e sem consciência.Joel, o protagonista do game, tem a missão de escoltar a jovem Ellie até o QG do grupo de resistência conhecido como Vagalumes. Além dos infectados, a dupla tem que enfrentar gangues de bandidos e lutar por suprimentos contra outros sobreviventes.
Os personagens são muito bem construídos --a adolescente Ellie é especialmente crível, com atitudes e falas esperadas de uma menina de 14 anos.
A relação entre ela e Joel é o coração do jogo. Enquanto lutam para continuar a viagem e não morrer no caminho, a conexão entre os dois fica mais complexa e profunda.
COMBATE E EXPLORAÇÃO
O combate em "The Last of Us" é estratégico. Se Joel sair apertando o gatilho de peito aberto em qualquer um que ver pela frente, das duas uma: ou a munição, quase sempre escassa, vai acabar; ou dezenas de inimigos vão ser alertados e rapidamente encontrar a origem do barulho.
Mesmo assim, com alguns cuidados (como estocar kits médicos e achar locais com cobertura sólida), é possível optar pelo confronto direto. As armas demoram para recarregar e a saúde não se regenera como em jogos de tiro atuais, o que deixa o combate mais sofrido --afinal Joel e Ellie são sobreviventes e não exterminadores.
O jogo te dá a liberdade de escolha: dá para apunhalar os inimigos silenciosamente pelas costas ou mesmo, em algumas situações, evitar completamente os inimigos. Há também diferentes tipos de dificuldade a escolher: o modo de sobrevivência, por exemplo, lima o "modo de escuta", no qual Joel pode localizar os inimigos através de paredes e portas concentrando-se nos sonhos emitidos pelos inimigos, como numa espécie de radar.
Existem alguns problemas na mecânica, principalmente quando os personagens topam com os chamados Estaladores (humanos infectados que têm cabeça e olhos cobertos por fungos), que se localizam por estalos feitos com a boca e têm a audição bem aguçada e matam com um só golpe. Na maior parte das vezes, os Estaladores ignoram os barulhos que Ellie faz.
Um passo em falso de Joel pode chamar a atenção de um dos infectados, mas Ellie pode correr (e até esbarrar em um deles), sem que seja notada. A pequena também tagarela à vontade, sem que isso chame a atenção --o que prejudica o clima de tensão presente em todo o jogo.
Já os inimigos não-infectados são pouco inteligentes: Joel pode enforcar uma pessoa até a morte poucos passos atrás de outro sobrevivente e permanecer despercebido, o que é meio frustrante.
Há também alguns quebra-cabeças a serem resolvidos, mas que tornam-se muito repetitivos no decorrer do jogo --em todos os eles, há apenas um único caminho: o jogador tem que revirar o cenário para encontrar um objeto interativo que resolve a questão. Pelo menos os passeios pelo ambiente são recompensados pela vista do mundo muito bem desenhado de "Last of Us"; escombros da civilização lentamente sendo dominados por plantas, animais e, claro, fungos.
O game também estimula a exploração em busca de suprimentos, como bandagens, itens que podem ser usados em melhorias de armas, munição, produtos para fabricação coquetéis molotov e bombas caseiras.
ÁUDIO E TRADUÇÃO
Como é de praxe em várias dos games legendados para o português, alguns termos do texto não correspondem ao que foi dito pelos personagens. "Keep your head down" (mantenha sua cabeça baixa) virou "fique aqui" e "let me go" foi traduzido como "me solta" --típica falha de tradução literal, fora do contexto do jogo, em que a frase mais correta seria "me deixe ir".
O áudio em português tem dubladores de altíssima qualidade, porém, as vozes são muito baixas. Mesmo fazendo diferentes configurações de volume nas opções do jogo a questão não foi resolvida. Em fóruns na internet há relatos de jogadores que não conseguiram jogar com a dublagem em português por causa do baixo volume das vozes.
O problema é agravado pela tentativa da Naughty Dog de tornar os diálogos mais realistas: o som só é 100% claro se você estiver olhando diretamente para o personagem que está falando. Se o jogador estiver em um outro cômodo ou de costas, o som sai mais abafado ainda.
Apesar dos problemas, "The Last of Us" merece e deve ser jogado. Ele é a resposta definitiva para quem (ainda) duvida que os games podem alcançar qualquer outro tipo de mídia em termos de narrativa e sublimidade de história.
Mas os problemas de jogabilidade, que impedem que o clima de tensão da narrativa seja transposto para o game em si, tornam "The Last of Us" "apenas" um jogo ótimo --o que é muito pouco, para o título que tinha o potencial (e a pretensão) de ser um dos melhores de todos os tempos.
"THE LAST OF US"
DESENVOLVEDOR Nauthy Dog
PLATAFORMAS PlayStation 3
PREÇO R$ 149
AVALIAÇÃO Ótimo
Um gamer-robô criado por pesquisadores da Universidade do Texas venceu nesta semana a primeira edição do concurso BotPrize de inteligência artificial, sediado na cidade de Austin, ao convencer juízes de que agia de maneira mais semelhante a um humano do que metade dos humanos com que foi comparado durante um teste cego.
A competição foi bancada pela desenvolvedora 2K Games e se deu dentro do jogo “Unreal Tournament 2004″, dentro do qual os robôs que competiam enfrentaram uns aos outros, além dos jogadores de carne e osso –sendo que estes últimos eram os próprios jurados.
Os gamers humanos usaram uma ferramenta para rotular os oponentes como entes virtuais ou reais. O robô vencedor, chamado UT^2 e criado pelo time do professor Risto Miikkulainen, foi quem ganhou mais etiquetas que o classificavam como uma pessoa.
O UT^2 foi taxado de “humano” 52% das vezes, enquanto seres pessoas propriamente ditas ficaram com nível médio de semelhança a comportamento humano de meros 40%.
“A ideia é avaliar o quanto somos capazes de criar jogadores virtuais (bots) que se comportam como gente”, disse Miikkulainen ao site “EurekaAlert!”.
O professor levará para casa US$ 7.000, assim como o pesquisador romeno Mihai Polceanu, que ficou empatado em primeiro lugar com os mesmos 52% de “humanidade”.
É um resultado entusiasmante –para não dizer assustador.



Há 71 anos, quando escreveu "Brasil, País do Futuro", o austríaco Stephan Zweig registrou o fascínio do brasileiro por jogos em geral. No livro, ele se diz impressionado pela multidão que, todos os dias, lotava cassinos e se aglomerava para jogar baralho, bingo ou roleta.
O nome do obra, que virou um bordão conhecido por qualquer par de ouvidos brasileiros, parece ter tomado contornos de verdade --ao menos no mundo dos games.
O BRASIL QUE JOGA

Novidades

Tendências

"Se o Brasil é o país do futuro, o futuro já chegou", diz Bertrand Chaverot, diretor no Brasil da Ubisoft, produtora francesa de games.
De acordo com o Ibope, 23% dos brasileiros são jogadores assíduos ou eventuais --ou seja, 45,2 milhões de pessoas. Segundo a consultoria PWC (PricewaterhouseCoopers), o mercado, que em 2011 movimentou R$ 840 milhões e é quarto maior do mundo, crescerá em média 7,1% por ano até 2016 --quando atingirá R$ 4 bilhões.
Para comparação: o país tem o quinto lugar no setor de automóveis, e um plano da Ancine (Agência Nacional de Cinema), divulgado no mês passado, quer tornar o Brasil o quinto mercado de cinema, TV e vídeo até 2020. Hoje é apenas o décimo.
A arrancada é recente e tem vários motivos: queda nos preços de consoles e de jogos, tradução de títulos para o português e a situação complicada do mercado mundial, que passa por crise financeira e saturação.
"No último ano, nós crescemos 300% no Brasil, enquanto a média mundial é de 2,2%", diz Chaverot.
O Brasil tem 3,1 milhões de videogames da última geração (Xbox 360, PlayStation 3 e Wii), mas o mercado ainda tem como líder o PlayStation 2, lançado há 12 anos.
Lá fora o panorama é bem distinto: só nos EUA há 95 milhões de videogames, segundo o NPD Group. Na Coreia do Sul as empresas fazem campanhas para vender um segundo console.
Além da saturação, o mercado se arma para a próxima era de videogames --Xbox 720 e PlayStation 4 devem ser apresentados até 2014.
"Assassin's Creed 3", da Ubisoft, "God of War: Ascension", da Sony, e "Call of Duty: Black Ops 2", da Activision, são alguns dos blockbusters que serão lançados no Brasil nos próximos meses com dublagem ou legendas no idioma local.
A japonesa Capcom, criadora da série de luta "Street Fighter", também está de olho no Brasil: no mês passado contratou três representantes no país. "A Capcom sabe que aqui há uma grande comunidade de jogadores que não para de crescer", diz Jean Toledo, gerente de marketing e vendas da empresa.
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TECPÉDIA
CONSOLE
No mundo dos games, é o dispositivo que roda os jogos eletrônicos. No Brasil, também é chamado simplesmente de videogame.
XBOX 360
Console lançado pela Microsoft em 2005. Utiliza DVD convencional e é fabricado no Brasil desde 2011.
KINECT
Sensor de movimento lançado para Xbox 360 em 2010 que funciona como controle.
PLAYSTATION 3
Console lançado pela Sony em 2006. Utiliza disco de Blu-ray e é sucessor do PlayStation 2, ainda hoje o console mais popular no Brasil.
WII
Console lançado pela Nintendo em 2006. Utiliza drive de DVD e popularizou no mercado um controle que funciona por movimentos.
WII U
Sucessor do Wii que será lançado em novembro. Tem um controle em forma de tablet.
INDIE
Abreviação de independente. No mundo dos games, refere-se a jogos construídos com pouco investimento e por pequenas equipes.
EMULADOR
Software que simula as funções e características de um videogame no computador.
8 BITS/16 BITS
Termos usados em referência a consoles de videogame antigos, que tinham processadores de 8 bits (como Sega Master System e Nintendo) e de 16 bits (como Sega Mega Drive e Super Nintendo).
PIXEL
Menor ponto que forma um tipo de imagem digital. O conjunto de vários de pixels forma uma imagem inteira.
JOGO CASUAL
Game simples, geralmente com enredo superficial e gráficos leves. Permite a realização de partidas rápidas e costuma utilizar pouca memória.
JOGO HARDCORE
Game complexo, com enredo elaborado, mecânica complicada e gráficos pesados. As partidas são mais longas e exigem mais dedicação.
MULTIPLAYER
Significa "múltiplos jogadores". O modo "multiplayer" ou "multijogador" suporta vários participantes simultaneamente.
MMRPG
"Massively Multiplayer Role-playing Game", jogo que reúne milhares de jogadores em um mesmo mundo virtual.


Profetizada há anos e antecipada há meses, a guerra da próxima geração de consoles finalmente começou para valer.
Durante a E3, feira de games que aconteceu em Los Angeles entre os dias 11 e 13 deste mês, Microsoft e Sony revelaram os detalhes finais do Xbox One e do PlayStation 4, como preço e jogos exclusivos.

Com o Xbox One, a Microsoft aposta em uma central multimídia, que além de rodar games também serve para assistir TV e fazer ligações via Skype, por exemplo. O PlayStation aponta mais para o público que já é fã de games. A Sony adicionou opções sociais, como compartilhar imagens e vídeos dos jogos.
A partir da próxima terça-feira (25), os habitantes de Nova York (EUA) poderão recarregar smartphones e tablets em estações alimentadas com energia solar espalhadas por parques e praias, totalizando 25 locais nos cinco distritos da cidade. A iniciativa é da operadora AT&T em parceria com a prefeitura e custará entre US$ 300 mil e US$ 500 mil.
As estações terão mastros de 3,8 metros de altura, com três paineis solares em formato de pétalas. Seis aparelhos podem ser recarregados ao mesmo tempo e haverá cabos dedicados para iPhones, celulares com sistema Android e BlackBerry.
Projetadas pela empresa americana Pensa, com tecnologia solar da Goal Zero, uma startup (companhia iniciante) no setor de energia, as estações ficarão em locais como o parque Union Square, o Metrotech Plaza e o Rockaway Breach, por três ou quatro semanas por vez até outubro.
Michael Nagle/The New York Times


Se o projeto der certo, a AT&T pretende expandi-lo para outros locais nos EUA.

Nova York é a cidade em que a operadora tem mais clientes e executivos, que promoveram a oferta de wi-fi gratuito em metrôs, parques e eventos culturais, e perceram a necessidade de recarregar dispositivos móveis com mais frequência

quarta-feira, 19 de junho de 2013

vcs vao querer assistir venom etc

A Sony finalmente revelou design do PlayStation 4, quase cinco meses após o anúncio da plataforma. O preço do videogame será de US$ 399 nos EUA -- US$ 100 a menos que o rival Xbox One.
As novidades foram apresentadas na conferência da empresa nesta segunda-feira (10), em Los Angeles. O PS4 chega às lojas em alguma data próxima às festas de fim de ano.
Com traços mais retos, ele é mais quadrado do que o antecessor, lembrando o desenho do PS2 ou até mesmo o novo console da Microsoft, apresentado ao público no mês passado.

Lançamento do PlayStation 4

Jae C. Hong/AP
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Chefe da divisão de entretenimento da Sony, Andrew House, apresenta a 4ª geração do console Playstation, durante evento em Los Angeles (EUA)
Além de revelar a cara do novo console, a companhia japonesa mostrou jogos para a plataforma. "Destiny", jogo de tiro em primeira pessoa da Bungie, a criadora da franquia "Halo" da Microsoft, teve destaque.
Uma demonstração ao vivo no palco deu mais detalhes do game, em que os personagens exploraram um mundo aberto de ficção científica e combateram alienígenas.
O PS Vita também ganhou espaço na apresentação. "O Vita está apenas no começo de sua vida", disse o executivo-chefe da Sony Computer Entertainment America, Andrew House.
Jogos como o premiado adventure "The Walking Dead" e cult "Flower" serão lançados para o portátil.
PROVOCAÇÃO
A Sony alfinetou a Microsoft ao revelar que apoia os jogos usados e que os games de PS4 podem ser revendidos e emprestados --títulos de Xbox One possuirão restrições nesse sentido.
O PS4 não precisará conectar-se periodicamente à internet, outro ponto criticado no console da Microsoft, que precisa se comunicar com a internet de tempos em tempos, mesmo se o usuário quiser jogar uma partida sozinho.
O iTunes Radio é a maior novidade do sistema, que nunca teve um app nativo para ouvir rádios. Sintonizado via 3G ou wi-fi, é possível ouvir estações on-line divididas por estilo musical e criar uma lista personalizada. Por enquanto, só quem tem conta nos EUA pode usar o serviço.
O conveniente painel de controle do Android ganhou espaço no mundo móvel da Apple. Basta deslizar o dedo de baixo para cima na tela inicial e para ativar conexões wi-fi e Bluetooth, ligar a lanterna, ajustar o brilho do aparelho, entre outras coisas.
O aplicativo da câmera agora conta com a renderização de efeitos básicos em tempo real, mas não está disponível para as edições 4 e 4S do iPhone, assim como o recurso AirDrop, que permite compartilhar arquivos via wi-fi. No iOS 7, a Apple perde a oportunidade de levar o Photo Booth (app com efeitos criativos) ao mundo móvel.
Entretanto, o software da câmera do novo sistema é muito mais ágil que o anterior. É possível tirar diversas fotos pressionando várias vezes seguidas o botão de captura.
A janela do multitarefa agora ocupa a tela inteira e lembra bastante o Windows Phone. No entanto, faz falta uma opção para fechar todos os apps de uma vez.
É natural que a primeira grande reformulação do iOS cause uma sensação de estranheza entre os usuários acostumados com detalhes da identidade do sistema.
Agora, resta aguardar a versão final do iOS 7, que deve chegar em setembro (e pode contar até mesmo com uma nova reformulação dos ícones), e torcer para que a sensação de estar usando um iPhone de brinquedo passe com o tempo.

O iOS 7 tem a proposta de ser revolucionário e não apenas evolucionário, como ocorreu com as atualizações anteriores. Mas tomara que a primeira impressão não seja a que fique.
O choque inicial é com a aparência dos ícones: todos foram redesenhados pelo designer da Apple Jonathan Ive --ele até ganhou um Tumblr satirizando o estilo psicodélico usado.
O sistema traz uma série de inovações aos iPhones, iPads e iPods, mas muitas delas sofrem clara influência da concorrência: o novo iOS parece uma mistura do Android com o Windows Phone 8.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Xbox One irá exigir instalação dos jogos?
Sim. Todos os jogos do Xbox One precisarão ser instalados obrigatoriamente no HD interno do console. Entretanto, será possível começar a jogar durante a instalação, sem precisar esperar até que ela termine.
Xbox One irá exigir conexão online permanente?
Não. Talvez esse seja o maior rumor do novo console, mas foi confirmado que não será necessário que o Xbox One esteja permanentemente conectado à Internet para funcionar. Porém, será necessário sim que o Xbox One se conecte pelo menos esporadicamente à Internet, o que provavelmente será utilizado para autenticação de jogos e atualização de conteúdo.
Xbox One vai rodar jogos do Xbox 360?
Não. As profundas mudanças na estrutura do novo console o tornam incompatível com os jogos de seu antecessor, da mesma forma que ocorreu com o PlayStation 4. Soluções futuras, como emulação ou stream poderão ser consideradas, mas não é algo com o qual jogadores devem contar.
The Guide funciona para TV ao vivo e video on-demand (Foto: reprodução/ Microsoft)The Guide funciona para TV ao vivo e video on-demand (Foto: reprodução/ Microsoft)
Meus jogos da Xbox LIVE poderão ser jogados no Xbox One?
Não. Infelizmente, os jogos da Xbox LIVE também eram programados para o hardware do Xbox 360 e isso os tornará incompatíveis com o hardware do Xbox One.
Xbox One vai exibir resolução 4K?
Sim. Foi confirmado que o console terá capacidade de exibir imagens em 4K, mas não foram dados maiores detalhes se jogos utilizarão essa função ou se ela ficará resumida apenas à exibição de filmes.
O Kinect do Xbox One é mais preciso que o do Xbox 360?
Sim. A tecnologia apresentada no primeiro Kinect recebeu uma grandiosa evolução em todos os sentidos. Agora o detector de movimentos é mais preciso, identificando facilmente gestos sutis como mover os dedos, girar o pulso ou mesmo suas expressões faciais. É possível até identificar a força empregada em um movimento, como um soco.
Seu campo de visão é 60% maior e permite que ele funcione tanto em ambientes mais abertos como mais fechados, exigindo menos distância da câmera que o Kinect original. Essa nova versão pode captar e interpretar os movimentos de até seis pessoas ao mesmo tempo, mesmo com baixa iluminação.
O Kinect do Xbox One teve melhorias em seu desempenho e novas funções integradas (Foto: Divulgação)O Kinect do Xbox One teve melhorias em seu desempenho e novas funções integradas (Foto: Divulgação)
Xbox One virá com Kinect?
Sim. Na verdade, o Xbox One sequer irá funcionar se não estiver com o Kinect acoplado.
Xbox One usará controles convencionais?
Sim. O joystick do Xbox One lembra bastante o do Xbox 360 porém com pequenas mudanças ergonômicas, como a mudança do botão 'Guia' para a parte de cima.
Xbox One usará baterias nos controles?
Não. A alimentação do controle continuará sendo a base de pilhas.
O controle do Xbox One terá sensor de movimento?
Não. Diferente do DualShock 4, o joystick padrão do Xbox One permanece simples, sem sensores de movimento.
Vou poder usar meu tablet ou smartphone com o Xbox One?
Sim. A interface do Xbox SmartGlass, que já existia para interligar smartphones e tablets com o Xbox 360, irá continuar em seu sucessor. Porém, o recurso nunca foi realmente explorado pelas produtoras de jogos, cabendo à Microsoft incentivá-las se quiser ver algo nesse sentido.
Xbox One acaba de ser anunciado oficialmente pela Microsoft (21) e com ele foram divulgadas diversas informações a respeito do console da nova geração. Separamos aqui as questões mais importantes e dúvidas recorrentes em relação ao sucessor do atual Xbox 360. Confira:
Xbox One (Foto: reprodução/ Microsoft)Xbox One (Foto: reprodução/ Microsoft)
Qual o nome do novo Xbox?
Ele se chama Xbox One. Após inúmeros rumores, como Xbox 720, Durango, Xbox Fusion, Xbox Infinity e Nextbox, a Microsoft finalmente botou um ponto final na discussão.
Qual a configuração do Xbox One?
Ele contará com um processador x86 – 64 bits de oito núcleos cuja potência ainda é desconhecida, mas não deverá ser muito diferente da apresentada pelo PlayStation 4. A placa de vídeo apresentará um chip D3D 11.1 com 32 MB de memória integrada. Além disso o console contará com 8 GB de Memória RAM DDR3.
Xbox One vai usar discos Blu-Ray?
Sim. O leitor do console foi confirmado como um leitor de Blu-Rays, o que confirma que essa deverá ser a mídia utilizada pelos jogos.
Ele vai ler filmes em DVD e Blu-Ray?
Provavelmente. A Microsoft não chegou a afirmar isso, mas seria uma grande falha se, com toda a sua proposta multimídia, o novo Xbox não fosse capaz de executar uma função tão básica.
Xbox One tem integração com a TV (Foto: reprodução/ Microsoft)Xbox One tem integração com a TV (Foto: reprodução/ Microsoft)
Quanto vai custar o Xbox One?
A Microsoft não anunciou um preço oficial, mas analistas esperam ver o console em versões de US$ 299 (R$ 600 sem impostos) e US$ 499 (R$ 1.000 sem impostos). É esperado também um modelo de venda por assinatura, onde é dada uma entrada de US$ 99 (R$ 200) e mensalidade de US$ 10 (R$ 20) pela Xbox LIVE Gold durante 2 anos. Neste caso o valor total é maior, mas o preço de entrada torna-se mais acessível.
Quando o Xbox One será lançado?
Ainda em 2013, provavelmente no final do ano para competir com seu maior concorrente direto, o PlayStation 4, que também está marcado para essa época. Curiosamente a Electronic Arts afirmou que Battlefield 4 chega ao console em 29 de outubro de 2013.
Quando será o lançamento do Xbox One no Brasil?
Ainda não há previsão para lançamento oficial do console no Brasil, assim como não há um preço nacional definido.
Quais jogos serão exclusivos do Xbox One?
Dois jogos exclusivos foram apresentados durante o evento, o primeiro é Forza Motorsport 5, nova versão da popular série de corrida da produtora Turn 10 Studios, e Quantum Break, um novo jogo da Remedy, criadora da série Alan Wake e responsável também pelo primeiro Max Payne.
Quantum Break (Foto: Divulgação)Quantum Break será exclusivo para o Xbox One (Foto: Divulgação)
Além disso, a Microsoft firmou um acordo com a Activision que garantirá exclusividade temporária em todos os DLCs futuros de Call of Duty: Ghosts, semelhante ao que ocorre atualmente no Xbox 360, e confirmou que o console receberá 15 jogos exclusivos em seu primeiro ano, dos quais 8 serão novas franquias.
Quais jogos serão multiplataforma para o Xbox One?
Além dos títulos apresentados durante o evento, que incluem Fifa 14, Madden 25, NBA Live 14 e um novo UFC da Electronic Arts, e o aclamado Call of Duty: Ghost da Activision, outras empresas já confirmaram alguns de seus títulos para o Xbox One.
A Ubisoft confirmou Watch Dogs e Assassin’s Creed 4: Black Flag, além de seis outros jogos no primeiro ano do console, entre novas franquias e títulos digitais. A Square-Enix confirmou o reboot da série Thief e a Bungie (ex-produtora de Halo) confirmou seu novo título, Destiny.
Depois do evento, a EA também anunciou que Battlefield 4 sairá para o novo videogame e será lançado em 29 de outubro de 2013, junto com versões para Xbox 360, PlayStation 3, PlayStation 4 e PC.
Xbox One terá HD interno?
Sim. Será um HD interno de 500 GB de armazenamento. Não se sabe ainda se o videogame será vendido em mais de um modelo, com variações no tamanho do HD.
Jogos usados terçao taxa no Xbox One (Foto: Reprodução/Kotaku) (Foto: Jogos usados terçao taxa no Xbox One (Foto: Reprodução/Kotaku))Jogos usados terçao taxa no Xbox One (Foto: Reprodução/Kotaku)
Xbox One irá bloquear jogos usados?
Parcialmente. Segundo a Microsoft, cada jogo deverá ser instalado no HD interno do console para ser utilizado e uma vez instalado não será necessário mais ter o disco para jogar. Porém, este disco fica atrelado a sua conta da Xbox LIVE e, caso você o revenda ou dê para outra pessoa, o próximo dono terá que pagar uma taxa para poder usar esse disco.
Xbox One irá exigir instalação dos jogos?
Sim. Todos os jogos do Xbox One precisarão ser instalados obrigatoriamente no HD interno do console. Entretanto, será possível começar a jogar durante a instalação, sem precisar esperar até que ela termine.

Xbox One chegará ao Brasil em novembro por R$ 2,2 mil

Novo console será lançado em 21 países em novembro deste ano.
Jogadores terão período gratuito de 14 dias de teste do Xbox Live Gold.

Do G1, em São Paulo
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Microsoft divulgou imagens do Xbox One, do novo controle e do Kinect 2 (Foto: Divulgação/Microsoft)
Xbox One, novo console da Microsoft
(Foto: Divulgação/Microsoft)
Microsoft confirmou nesta segunda-feira (10) o lançamento do novo console Xbox One no Brasil em novembro deste ano por R$ 2,2 mil.
Durante a maior feira de games do mundo, a Electronic Entertainment Expo (E3), a companhia já havia anunciado a chegada do console em novembro em 21 países. A assessoria de imprensa confirmou que o Brasil está incluído nessa lista.
De acordo com a empresa, todo o sistema Xbox One vendido incluirá o novo console, que conta com um disco rígido de 500 GB, Blu-ray player e Wi-Fi integrado, o novo Kinect, um controle Xbox One Wireless e um período gratuito de 14 dias de teste do Xbox Live Gold para novos membros.


Metal Gear Solid 5
Na feira E3 nesta segunda-feira (10), a Microsoft deu a partida pela primazia entre os consoles de nova geração contra a japonesa Sony, dona do PlayStation 4. Antes de mostrar os games, a empresa apresentou alguns detalhes sobre o Xbox Live. Assinantes Gold receberão dois jogos grátis por mês nos Estados Unidos. Agora, a Xbox Live não terá mais limites de amigos, e os “Microsoft Points” não serão mais usados, substituídos pordinheiro real para compras on-line.
Os destaques da apresentação desta segunda-feira (10) foram “Metal Gear Solid 5”, que abriu o evento, seguido por “Battlefield 4” e “TitanFall”. As surpresas ficaram para “Halo 5” e "Killer Instinct".
"Metal Gear 5" é um game em mundo aberto, onde o jogador, na pele de Snake, pode dirigir diversos veículos para se locomover. Ardiloso, o personagem pode ficar à espreita à distância para surpreender os inimigos. O game foi considerado muito difícil de ser terminado.
Cenas de "Halo 5", game apresentado para Xbox One. (Foto: Reprodução)Cenas de "Halo 5", game apresentado para Xbox One. (Foto: Reprodução)
Battlefield 4
O "Battlefield 4" é um dos games que mostra o poder gráfico do Xbox One. Durante a exibição do jogo, o equipamento de som falhou e o público começou a perder a paciência. O produtor do jogo ficou sem graça, mas, quando as imagens foram exibidas, o público norte-americano vibrou.
Em comparação a “Battlefield 3”, o game apresenta um salto no visual. Efeitos de luz e fumaça deixam tudo mais bonito e realista. Os cenários também se modificam em tempo real. A ação é intensa, com muitos tiros e explosões.
Para quem gosta de saber detalhes dos gráficos, o game roda a constantes 60 quadros por segundo, sem nenhum engasgo. O primeiro pacote de mapas do game, “Second Assault”, chega primeiro ao Xbox One.
TitanFall
Antes de encerrar a conferência, a Microsoft mostrou mais uma surpresa: o game “TitanFall”, do estúdio Respawn, que permite usar robôs gigantes nos combates.
Do tipo futurista, "TitanFall" permite jogar no chão ou com o robô. Abandoná-lo durante combates também será possível.
A pé, o jogador pode dar saltos altos e usar movimentos de "le parkour", além de usar armas como metralhadoras e bazucas. Apesar de poderem ser utilizados, os robos são os grandes inimigos e apenas bazucas podem eliminá-los.
As máquinas se locomovem mais lentamente, mas possuem certas habilidades, como usar poder magnético para parar balas e podem pegar inimigos humanos e jogá-los para longe.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Left 4 Dead 2 é a continuação do popular jogo de tiro em primeira pessoa, baseado em ação cooperativa, desenvolvido pela Valve — a mesma de Half-Live e Counter Strike. O jogo dá continuidade à franquia inserindo novos elementos a jogabilidade sem alterar a dinâmica de jogo. 

O cenário pós-apocalíptico do primeiro jogo retorna, mas com novas locações e personagens. Numa época não muito distante da atual, um vírus misterioso se espalha rapidamente entre os humanos, transformando-os em zumbis psicóticos com sede de sangue. Entretanto alguns sobreviventes lutam para se manter vivo no meio de todo esse caos.

A jogabilidade permanece praticamente inalterada, inserindo apenas alguns novos elementos, e uma nova trama de fundo. Agora são cinco mapas, em oposição aos quatro do título original, e a ação se passa no sul dos Estados Unidos, mais precisamente entre as cidades de Savannah e Nova Orleans.

Outra novidade dessa edição são as novas armas de fogo e a inclusão de armas brancas (uma moto-serra, um taco de beisebol, um machado e uma frigideira). Quem gostou do título original certamente irá apreciar esta nova edição.

Call of Juarez é um jogo de tiro em primeira pessoa baseado nos grandes filmes de faroeste lançados nos anos 70 e 80. Apresentando dois personagens principais, Billy "Candle", um foragido acusado de assassinato e Reverend Ray, um religioso que acredita ter sido enviado por Deus com o propósito de propagar sua fúria, o jogo é um dos primeiros cuja versão para PC utiliza o DirectX 10.
Ambos os personagens possuem habilidades específicas. Enquanto Billy Candle é bastante competente em ataques sorrateiros e a longa distância, Reverend Ray apresenta um dos gatilhos mais rápidos do oeste. O reverendo possui a capacidade de concentração, possibilitando um maior número de disparos por segundo. Ray ainda veste uma espécie de colete que o protege dos disparos no peito.

A Ubisoft poderá estar a avaliar a possibilidade de criar um novo jogo da série Call of Juarez que marque um regresso às origens do Velho Oeste.
29 Jul 2010
A Ubisoft anunciou que "Call of Juarez", lançado para PC no ano passado, ganhará uma versão para Xbox 360 e também uma edição melhorada para o Windows Vista, usando a tecnologia DirectX10.